A homologação é um processo de evidências. Projeto, fabricação, amostragem, ensaios e documentação precisam contar a mesma história e demonstrar que o produto atende aos critérios aplicáveis.
Escopo técnico
- Levantamento de normas e especificações do cliente
- Matriz de requisitos e plano de verificação
- Planejamento de amostras e sequência de ensaios
- Acompanhamento de ensaios estruturais e funcionais
- Análise de flecha, ruptura, residual e modos de falha
- Tratamento de não conformidades e plano de correção
- Organização de relatórios, desenhos, fichas e dossiê técnico
Norma e especificação da concessionária
Atender uma norma geral não elimina requisitos particulares de clientes ou concessionárias. A primeira etapa é mapear todos os documentos aplicáveis e identificar diferenças que afetem produto, processo ou ensaio.
Ensaiar, interpretar e corrigir
Um resultado abaixo do esperado precisa ser transformado em diagnóstico. Modo de falha, deformação, localização, geometria e processo são analisados em conjunto antes de alterar o produto.
Dossiê técnico organizado
A documentação deve permitir rastrear o que foi projetado, como foi fabricado, qual amostra foi ensaiada e quais resultados foram obtidos. Essa organização reduz retrabalho durante análise técnica e revisões.
Perguntas frequentes
A consultoria garante a aprovação?
Não. A aprovação final depende dos critérios, ensaios e decisões da entidade responsável. A consultoria organiza o processo técnico, reduz lacunas e ajuda a tratar os pontos que podem impedir o atendimento.
A ABNT NBR 16989 é relevante para postes PRFV?
Sim. A norma trata de postes de poliéster reforçado com fibra de vidro para redes de distribuição elétrica de até 36,2 kV. Além dela, devem ser verificadas as especificações vigentes da concessionária ou do cliente.
É possível começar pela análise de um ensaio já realizado?
Sim. Relatórios, curvas, fotos, modos de falha e dados de fabricação podem ser usados como ponto de partida para um diagnóstico técnico.

